Ao apontares o dedo a uma daquelas janelas vais encontrá-la. Ela não te vai ver porque os seus olhos observam a rua como se a rua fosse um caminho em cima da sua pele tapada.
Podes apontar e podes acenar. Podes até gritar o seu nome. Os olhos que ela te mostra não têm brilho e, por isso, não te chamam nem te sentem perto.
Há uma persiana que se fecha.

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